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Entrevista Concerto Promenade

Concerto Promenade, uma atuação diferente daquelas praticadas no recinto da Queima das Fitas. Outrora realizado no Coliseu do Porto e recentemente recentrado para a Casa da Música, esta atividade ganha vida pois é realizado por e para estudantes do ensino superior. Nesta entrevista vamos falar com a Cláudia, aluna do 2° ano do Curso de Licenciatura em Enfermagem, que participou no concerto Promenade.

É a primeira vez que participas no Promenade? O que te motivou a participar neste concerto? Que instrumento é que tocas e há quanto tempo?

Cláudia: Toco clarinete desde os meus 12/13 anos. Participei pela primeira vez neste evento o ano passado e foi quando vi o cartaz a publicitar o início das inscrições para este concerto que decidi experimentar. Não sabia ao certo que tipo de concerto era, apenas sabia que podiam participar todos aqueles que gostassem de música e andassem no ensino superior e, como cumpria os requisitos, decidi inscrever-me. Até porque é uma oportunidade de participar nesta semana tão enigmática, que é Queima das Fitas.

Quanto tempo de ensaio foi necessário para este concerto?

Cláudia: As peças tocadas costumam ser acessíveis, pelo que o tempo dispensado para estudo individual e de ensaio com a orquestra não foi assim tanto, também pelo facto de haver aulas e trabalhos nesta altura do ano.

Já conhecias alguém ou chegaste lá sem conhecer ninguém?

Cláudia: Na altura eu inscrevi-me sozinha, sendo que depois incentivei outra amiga minha de Enfermagem a participar. Este ano, para além dos membros da Orquestra do Norte que recebem todos os participantes de braços abertos, conhecia mais dois amigos de outras faculdades que terminaram os seus cursos este ano.

Achas que este contacto com outros estudantes de vários cursos promove uma troca de experiências positivas?

Cláudia: Eu acho que sim, permite-nos conhecer outras pessoas, outras casas da academia, outras maneiras de ver o mundo e de o viver.

Estavas nervosa quando subiste a palco? Como lidaste com esse sentimento?

Cláudia: Antes de entrar em palco dá sempre aquele nervoso miudinho, principalmente na Casa da Música, uma vez que esta grande sala de espetáculos tem uma acústica que permite ouvir cada músico que lá toca, o bom e o mau. Mas contamos com o apoio de um bom grupo de profissionais que nos ajudaram e permitiram uma ótima experiência mais uma vez.

 

Por último, como achas que correu o concerto? Achas que as pessoas aderiram bem?

Cláudia: Na minha opinião, o concerto correu muito bem. Penso que, apesar de ser um tipo de concerto bastante diferente daquilo que a grande maioria das pessoas está habituado, tinha um reportório bastante diversificado, desde músicas de grandes compositores da música erudita até bandas sonoras de filmes e peças de teatro conhecidos (como “Os Piratas das Caraíbas” e “Fantasma da Ópera”), o que permitiu ao público conhecer novas formas de música e expressão musical e ao mesmo tempo reviver essas obras que são tão apreciadas.

Repórter: Ana Rita Teixeira, CLE, 4ºano.

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